21 de jun de 2017

A morte da cultura brasileira


A justificativa do pedido de demissão do cineasta João
Batista de Andrade, terceiro ministro da Cultura, a carta dos Fórum de
Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura são os pontos que fazem parte do
comentário de Fabio Del Porto sobre a problemática do universo cultural que vem
sofrendo a cada dia. Esses fatos somados a outras barbaridades demonstram que a
cultura brasileira está morrendo. Assista e comente.

Carta do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura

Diante dos novos fatos que envolvem os motivos da renúncia do ministro interino do MinC e da grave situação em que Ministério se encontra, o Fórum de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura vem a público se manifestar: 
1. Desde o processo de mudança no Governo Federal, o Ministério da Cultura não se recuperou em sua integridade. Em carta assinada pelos dirigentes deste Fórum em maio de 2016, exigíamos a manutenção do MinC em sua integridade e contra sua extinção, qualquer tipo de fusão  ou sua transformação em secretaria nacional; 
2. A manutenção do MinC na estrutura do Governo ocorreu em função da mobilização e pressão dos campos artísticos e culturais junto com a sociedade brasileira e não por uma determinação política e estratégica do Governo; 
3. No dia 16/03/2017, o Fórum de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura esteve em reunião com o então ministro Roberto Freire e lhe entregou um documento com uma pauta pragmática cobrando pelo menos os cumprimentos contratuais dos objetos firmados em torno dos convênios entre o MinC e as secretarias estaduais de cultura: Programa Cultura Viva/Pontos de Cultura,  edital Economia Criativa, edital do Sistema Nacional de Cultura, Emendas Parlamentares, PAC das Cidades Históricas, Arranjos regionais da ANCINE, Mapas da Cultura e SNIIC; 
4. Em todo esse período o MinC não foi e nem tem sido capaz de aprovar qualquer Plano de Trabalho, responder diligências, empenhar recursos, ordenar despesas e repassar recursos financeiros referentes aos convênios com os estados da federação brasileira, acarretando em prejuízos imensuráveis para a política de descentralização dos recursos e do pacto federativo de fortalecimento do Sistema Nacional de Cultura; 
5. As palavras do ex-ministro interino, João Batista de Andrade, em entrevista à Rádio Jovem Pan de São Paulo no último dia 16/06, sobre "um Ministério inviável", que "virou um lugar vago onde todo mundo é candidato sem qualquer ideia de política cultural", revelam, na verdade, a percepção, o lugar e o papel da cultura, das artes e da política cultural para o Governo que por hora dirige o país. 
Dito isso, o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura denuncia com veemência o desrespeito institucional não só com o Ministério da Cultura, mas com toda a comunidade cultural, com o riquíssimo patrimônio cultural brasileiro, o que, em última análise, é um desrespeito com a sociedade e com a garantia constitucional do direito à cultura e do acesso aos bens e serviços culturais a todos os brasileiros e brasileiras. 
O Fórum de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura vem, outra vez, defender a integralidade do Ministério da Cultura e reafirmar seu lugar e o papel das políticas culturais para o desenvolvimento do Brasil, sua soberania nacional, o pensamento crítico e inventivo dos brasileiros, o desenvolvimento social e econômico, bem como para o exercício pleno da democracia. 
Nestes termos, e tendo em conta a evolução recente do quadro político, o desmonte das conquistas históricas das políticas publicas de caráter social, entre elas as de Cultura, o Fórum manifesta o desejo de um novo pacto democrático para  o país.
Assinam:
Fabiano dos Santos PiúbaSecretário da Cultura do Ceará
Presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura
Karla Kristina Oliveira MartinsDiretora Presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour do Estado do Acre
Mellina FreitasSecretária de Estado da Cultura de Alagoas
Sandro MagalhãesSuperintendente de Cultura da Secretaria da Cultura da Bahia
Guilherme ReisSecretário de Cultura do Distrito Federal
João Gualberto Moreira VasconcellosSecretário de Estado da Cultura do Espírito Santo
Diego GaldinoSecretário de Estado da Cultura do Maranhão
Angelo Oswaldo de Araújo SantosSecretário de Estado de Cultura de Minas Gerais 
Leandro CarvalhoSecretario de Estado de Cultura de Mato Grosso
Lau SiqueiraSecretário de Estado de Cultura da Paraíba  
Marcelino GranjaSecretario de Estado da Cultura de Pernambuco
Fábio NovoSecretario de Estado da Cultura do Piauí
João Luiz Fiani
Secretário de Estado da Cultura do Paraná
André Lazaroni
Secretário de Estado da Cultura do Rio de Janeiro
Isaura A. S. R. Maia
Presidente da Fundação de Cultura José Augusto do Estado do Rio Grande do Norte
Rodnei Antonio Paes
Superintendente da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer de Rondônia
Selma Mulinari
Secretária de Estado da Cultura de Roraima
Rodolfo Joaquim Pinto da Luz
Presidente da Fundação Catarinense de Cultura
Irineu Fontes
Secretário Executivo de Cultura de Sergipe

Administrar cultura se transformou em cortar custos

| Foto: Marcos Santos/Jornal da USP
 “Cultura popular é deixada de lado; os produtores parecem que são culpados pelas despesas”, afirma Maria Cristina


A justificativa do pedido de demissão do cineasta João Batista de Andrade, terceiro ministro da Cultura de Michel Temer, na última sexta-feira (16), é sintomática do status que a pasta adquiriu sob o atual governo. Ainda interino, Andrade alegou “desinteresse em ser efetivado como ministro da Cultura”. Temer assumiu o Planalto extinguindo o MinC no dia 13 de maio de 2016, mas com a pressão do setor, artistas e produtores culturais, recuou e “recriou” a pasta uma semana depois.

“A cultura está sofrendo muito com a crise do país, na medida em que administrar está se transformando em cortar custos, e não privilegiar e desenvolver programas, avaliar desempenho, consultar os produtores”, diz a professora Maria Cristina Castilho Costa, titular em Comunicação e Cultura da Escola de Comunicações e Artes (ECA), da Universidade de São Paulo (USP).

Mas ela ressalta que esse estado de coisas não se restringe à esfera federal e nem ao setor cultural.”De maneira geral, administrar se transformou em cortar custos, principalmente com medidas que acabam sendo como as pragas do Egito, como gafanhotos. Atacam tudo independentemente dos conteúdos e da avaliação.”

Maria Cristina lembra que a cultura não está sofrendo apenas com Temer. Em São Paulo, por exemplo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) extinguiu em fevereiro a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, demitindo com uma canetada 65 músicos de uma das principais bandas do país. Alckmin justificou a medida dizendo que gastava com a banda R$ 7 milhões, que seriam destinados ao projeto Guri.

“Investimentos como esse vão demorar muito tempo para se recompor. Como a crise hídrica de São Paulo. São perdas difíceis de recuperar. A cultura popular está sendo deixada de lado, os produtores parecem que são culpados pela despesa que têm. Hoje cultura é desperdício, e não investimento”, diz a professora da ECA.

Para piorar, as dificuldades da cultura no país são agravadas pela globalização, que torna o setor ainda mais frágil diante do mercado internacional. “No cinema, por exemplo, temos uma avalanche de filmes estrangeiros que ficam em 50 salas. E o filme brasileiro não é visto. Como as pessoas dizem que não gostam de filme brasileiro se nem assistem?”, observa Maria Cristina. “Diante da agressividade do mercado internacional, a fragilidade em que estamos, ao encarar a cultura seja como luxo, seja como desperdício, está se ceifando uma produção que precisamos ter. Não tem como adotar as leis de mercado na cultura.”

“Desinteresse”
O principal motivo do “desinteresse” de João Batista de Andrade pela pasta é o corte de 43% no seu orçamento, segundo sua carta de demissão. O primeiro ministro da Cultura de Temer foi Marcelo Calero, que tomou posse em 21 de maio de 2016, após a “recriação” do MinC. Ele deixou a pasta seis meses depois, com acusações ao então ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, para liberar a obra de um prédio em Salvador onde o próprio Geddel tem um apartamento, segundo reportagem da GloboNews.

Calero colecionou desafetos como ministro. Criticou os protagonistas do filme Aquarius (dirigido por Kleber Mendonça Filho), que fizeram um protesto contra Temer no Festival de Cannes que teve repercussão internacional e foi vaiado inúmeras vezes em eventos públicos.

O ministro seguinte, Roberto Freire, é presidente do PPS, partido que apoiou o impeachment de Dilma sob a liderança do próprio Freire. Ele se demitiu em maio passado, também seis meses depois de assumir e logo após o escândalo da JBS envolvendo Temer.
O substituto de João Batista de Andrade vai ser anunciado depois que Temer voltar da viagem de quatro dias à Rússia e à Noruega, iniciada nesta segunda-feira.

O Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura divulgou carta aberta, assinada por 19 secretários de estados do país, na qual criticam a política de Temer para o setor. Segundo eles, ” o MinC não foi e nem tem sido capaz de aprovar qualquer Plano de Trabalho, responder diligências, empenhar recursos, ordenar despesas e repassar recursos financeiros referentes aos convênios com os estados da federação brasileira, acarretando em prejuízos imensuráveis para a política de descentralização dos recursos e do pacto federativo de fortalecimento do Sistema Nacional de Cultura”.

Eduardo Maretti
Da RBA

14 de jun de 2017

Juca Ferreira assume a Secretária de Cultura de BH

Em entrevista ao reporter Paulo Henrique Silva do site Hoje em Dia, Juca Ferreira, que aceitou, no início da semana passada, convite do prefeito Alexandre Kalil para, como ele mesmo frisa, caminhar “na contramão do que está sendo feito na cultura do país", fala de novos rumos embasado em experiencias.

Aqui veremos os principais trechos da entrevista. A matéria completa voce pode verificar no link no final da materia.

O impacto do anúncio de seu nome para gerir a área cultural de Belo Horizonte foi grande, em vista do trabalho desenvolvido no Ministério da Cultura, no governo Lula, e na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, na administração de Fernando Haddad. Como surgiu esse convite do prefeito Alexandre Kalil?
Há uns dez dias estava participando de um fórum internacional, organizado pela embaixada da França, sobre gestão cultural, quando recebi um aviso de que o prefeito gostaria de falar comigo. Ele fez o convite e eu pedi alguns dias para pensar. Na segunda-feira passada passei o dia em Belo Horizonte, cheguei cedo, pegando o primeiro avião de Brasília. Naquele mesmo dia, o prefeito tuitou que eu iria comandar a cultura de BH. Mas só vou assumir no dia 19, pois precisei voltar para Brasília para ficar um pouco com a família, que não irá comigo para BH (terei que ficar na ponte aérea), e ver com as pessoas alguns compromissos que eu já vinha desenvolvendo. Esse tempo também é importante para pensar, pois quanto maior a proposta, mais ela exige reflexão.


Para a cidade, é melhor ter uma Secretaria de Cultura ou uma fundação, que foi instituída em 2005, na segunda gestão de Fernando Pimentel?
Essa oposição não existe. Acho que essa discussão não está bem posta. A criação da secretaria não acaba com a fundação. A ideia é ter uma estrutura orgânica, em que a existência da secretaria colocaria a cultura no patamar de outras políticas, participando de reuniões com o prefeito e valorizando o orçamento para a área. Já uma fundação cultural pode nos dar agilidade na captação de recursos e na execução de programas e projetos. Uma secretaria bem desenvolvida tem uma estrutura descentralizada, com uma ou até mais fundações. Isso é normal

Essa experiência obtida numa esfera macro, à frente da pasta da cultura no governo federal, pode ser proveitosa no sentido de pôr a cidade como protagonista cultural?
Claro. Além da experiência do governo federal, fui secretário de cultura da maior cidade brasileira, São Paulo, que tem características muito próprias. É importante entender que o sistema nacional tem relação com a cidadania, com os artistas, com a produção cultural e com a produção em geral. Diferentemente do que o governo federal atual pensa, não é possível fazer cultura nesse país sem o desenvolvimento das cidades. As pessoas fazem cultura no lugar onde vivem, em seu território.

leia a matéria comleta

6 de jun de 2017

O PAIS DO PRESENTE

Não é novidade pra ninguém que o nosso pais vive uma crise institucional gravíssima e todos ficam pensando de onde nasceu isso? 

Onde foi gerado essa casca corrupta que envolve nossa sociedade tupiniquim?

Alguns dirão que isso vem desde a colonização, de alguma forma isso foi plantado sim neste período. Outros dirão que isso faz parte da nossa cultura. Brasileiro é corrupto? Será?
Somos segundo dados oficiais do IBGE mais de  207 Milhoes de brasileiros e este número cresce a cada 20 segundos em média. Será mesmo que todos estes na sua plena maioria são corruptos, já nascemos corruptos?

E destes, cerca de 39 milhões são crianças entre 0 e 12 anos, ou seja, brasileiros iniciando a sua vida escolar e tendo as primeiras noções de sociedade.
O nosso país tem uma dívida com o futuro, uma dívida muito cara e que é de responsabilidade todos nos.

Mas estamos vivendo uma das piores crises da nossa sociedade, onde toda classe política está envolvida. E temos que de alguma maneira mudar os rumos da política do nosso Brasil.
Temos a obrigação de rever todo o nosso sistema educacional, político, tributário e claro judiciário, pois é pela morosidade da nossa justiça que tantas falcatruas vem acontecendo.

O brasil é o paraíso de quem quer ser sem caráter. Mas devemos pôr as coisas em uma balança, afinal, eu não crio minha filha pra ser corrupta, não convivo e nem quero conviver com pessoas que buscam só vantagem, pelo menos é o que anseio pra minha vida, e eu sei que a maioria esmagadora deste povo não é desonesta, somos um povo pacifico e que busca auxiliar ao próximo.

Verifique os desastres que ocorrem por aí, como recentemente em Pernambuco e Alagoas. As campanhas de alimento e de abrigo já estão auxiliando milhares de pessoas, sem nem mesmo um agente público ter tomado uma única providencia, pois a burocracia impede a agilidade e quando vem, auxilio governamental, sempre tem um pra tirar proveito. Triste isso.

Somos mesmo um povo corrupto? Acredito que esses políticos já perderam a vergonha na cara. Vamos levantar nossa vontade de termos um país melhor, toda crise tem um fim e esse momento que vivemos terá um fim.

E viva ao Brasil! De gente honesta e competente. 
O país do presente.

29 de mai de 2017

A FALTA DE INVESTIMENTO NA CULTURA ESTÁ DESTRUINDO O BRASIL


Por Fabio Del Porto



Muitos governantes acreditam piamente que Cultura é algo supérfluo, sem valor político, e que não contribui em nada para o desenvolvimento de uma cidade, de um estado ou de um País. Isso se vê nos planos de governo e nas políticas públicas de estados e municípios e por fim, do Brasil como um todo.
Ao invés de escolas capazes de formar cidadãos, centros culturais onde se apresentam exemplos de vida a serem seguidas, ou mesmo uma simples quadra de esporte onde jovens possam bater um “baba”, o que vemos são cadeias lotadas, presídios que são verdadeiras fabricas de marginais e cemitérios cada vez mais abarrotados do que seria nosso futuro.

Com foco aqui na nossa região do Território da Costa do Descobrimento (TCD), conta-se nos dedos as cidades que realmente tratam a cultura como algo ‘importante’.
Alguns eventos são tratados como cunho cultural, mas são notadamente eventos puramente comerciais e promocionais para a administração que os promovem, não podem ser tratados como culturais dentro de um entendimento amplo do que se compreende como tradição, educação e fomento.
Com isso vivemos em dias em que o país e nossas cidades estão dominadas por corruptos e pelo sistema autocrata. O povo, o cidadão, o pagador de impostos servem apenas para dar votos.
Então, o não investimento em educação e na cultura resulta no esfacelamento de nossa juventude e na destruição a conta-gotas,  da base de nossa sociedade, a família. E por tanto o crime organizado toma conta de boa parte da nossa economia e da vida de nossa juventude, que sem se conhecer busca exemplos, e estes nem sempre resultam em algo positivo.
Segundo dados do Mapa da Violência em números absolutos, na Bahia  mata-se,  em média , 5.450 pessoas  por ano, algo como 36 homicídios por 100 mil habitantes. A maioria absoluta destetes são jovens.
E como no Brasil há uma predileção de governos por fazer o país andar na contramão, recentemente, uma medida provisória tornou opcional o estudo de Artes, o que torna a frase: Em lugar onde não há atividades culturais, a violência vira espetáculo, mais real do que nunca.
É a violência das ruas, das câmaras de vereadores. É a violência de nosso legislativo, de nossa mídia e a violência contra a nossa base cultural.
Estamos vivendo sendo dominados por corruptos, nossa juventude se esvai pelo ralo da sociedade, em muitos bairros o medo é a lei e pra completar a cereja do bolo a nossa “família” está virando piada na mídia.

A professora de Educação da Unicamp, Márcia Malavassi, atribui a esse cenário o sucateamento do sistema educacional-cultural brasileiro: “Nós temos visto a educação brasileira sendo sucateada, sendo deixada em segundo plano”.

19 de mai de 2017

Kid Vinil morre aos 62 anos

O músico Antônio Carlos Senefonte, conhecido como Kid Vinil, morreu aos 62 anos, nesta sexta-feira (19). A informação foi confirmada por Luiz Thunderbird através do Twitter. "Amigos, acabei de receber a mais triste notícia de que meu amigo e professor Kid Vinil faleceu hoje a tarde. Muita tristeza!", escreveu. O artista estava internado há mais de um mês. Kid passou mal durante um show em Minas Gerais e foi hospitalizado.


O cantor e produtor Kid Vinil morreu nesta sexta-feira (19), aos 62 anos, em São Paulo. Kid estava em coma induzido desde o dia 15 de abril, quando passou mal logo depois de uma apresentação em Conselheiro Lafaiate (MG). Ele e... ... - Veja mais em https://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2017/05/19/morre-aos-62-anos-o-cantor-e-produtor-kid-vinil.htm?cmpid=copiaecola
O cantor e produtor Kid Vinil morreu nesta sexta-feira (19), aos 62 anos, em São Paulo. Kid estava em coma induzido desde o dia 15 de abril, quando passou mal logo depois de uma apresentação em Conselheiro Lafaiate (MG). Ele e... ... - Veja mais em https://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2017/05/19/morre-aos-62-anos-o-cantor-e-produtor-kid-vinil.htm?cmpid=copiaecola
O cantor e produtor Kid Vinil morreu nesta sexta-feira (19), aos 62 anos, em São Paulo. Kid estava em coma induzido desde o dia 15 de abril, quando passou mal logo depois de uma apresentação em Conselheiro Lafaiate (MG). Ele e... ... - Veja mais em https://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2017/05/19/morre-aos-62-anos-o-cantor-e-produtor-kid-vinil.htm?cmpid=copiaecola

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